Festa em honra de São Nuno 2014 - Sameiro


Festa em honra de São Nuno

Dias 02, 03 e 04 de Agosto de 2014

Dia 02/08/2014

20:30 Horas – Arruada pelas Ruas da Freguesia de Sameiro, pela Banda Filarmónica de Famalicão da Serra;
21:30 Horas – Procissão de Velas, acompanhada pela Banda Filarmonica de Famalicãoónica de Famalicão da Serra – pelas Ruas Principais da Freguesia de Sameiro;
23:00 Horas – Atuação do Famoso Artista LEONEL NUNES, até altas horas da madrugada.

Dia 03/08/2014

08:00 Horas - Hastear da Bandeira, com honras Militares, com a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Manteigas e de seguida Arruada pelas Ruas da Freguesia de Sameiro;
15:00 Horas - Arruada pelas Ruas da Freguesia de Sameiro com a Banda Filarmónica de Famalicão da Serra;
16:00 Horas - Procissão da Capela para a igreja Matriz;
16:30 Horas – Missa cantada na Igreja Matriz, seguida de Procissão pelas principais Ruas da Freguesia de Sameiro;
18:00 Horas – Concerto pela Banda Filarmónica de Famalicão da Serra – Arrematação de Ofertas;
21:30 Horas – Atuação de Emanuel Silva, até altas horas da madrugada.

Dia 04/08/2014

21:30 Horas – Missa na Igreja Matriz e seguida de Procissão para a Capela;
23:00 Horas – Encerramento dos Festejos.

Do dia 28-07-2014 ao dia 02-08-2014
20:30 Horas - Novenas Preparatórias na Igreja Matriz de Sameiro.


Fonte: Facebook - Festa de São Nuno

Evento Facebook - Festa de São Nuno 2014 Sameiro, Serra da Estrela, PT

XXVIII 24horas de Futsal Manteigas 2014


Fonte: Facebook - XXVIII 24horas de Futsal Manteigas

Quercus alerta para ameaças na área do Parque Natural da Serra da Estrela

Manteigas, 16 jul (Lusa) - A associação ambientalista Quercus denunciou hoje que a pressão turística e a implementação de infraestruturas "põem em causa" os valores naturais do Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), que comemora 38 anos.

Em comunicado, a associação faz uma retrospetiva do que foi feito de positivo e negativo nesta área protegida e traça cenários com base na definição de ameaças e na identificação de oportunidades.
A Quercus alerta que, ao longo dos anos, o PNSE tem vindo a ser afetado "por vários fatores que degradam os ecossistemas e colocam em causa os objetivos propostos aquando da sua criação, sendo disso exemplo os impactes provocados pelas atividades humanas".

Destaca "o aumento da pressão turística e urbanística" nas Penhas da Saúde e em Videmonte e "a implementação de infraestruturas, como parques de campismo, redes viárias para acesso e estacionamento na Torre".

Equipamentos turísticos na Torre, Lagoa Comprida e Penhas Douradas/Vale do Rossim, a instalação de parques eólicos e de linhas de transporte de energia e a extração de inertes, são outras das ameaças detetadas.

Na nota enviada hoje à agência Lusa é referido que a área do PNSE também tem vindo a sofrer "alterações significativas" nos setores da agricultura e da silvicultura, "com o abandono das práticas tradicionais e a intensificação e industrialização".

Este cenário, segundo a Quercus, aliado a uma elevada frequência de incêndios, "tem implicado a destruição de alguns dos últimos redutos da floresta autóctone".

O parque é ainda afetado "por vários fatores de ameaça", como a captura ilegal de espécies da fauna e flora, a plantação de espécies exóticas e a sobre-exposição de aquíferos.

Aquela entidade aponta igualmente "o excesso de concentração de visitantes em zonas sensíveis, a prática ilegal de desportos de natureza todo-o-terreno, o montanhismo e esqui, e pressões para abertura da via intermunicipal Videmonte-Lagoa Comprida, do túnel de atravessamento da serra e para a construção de uma nova barragem para abastecimento público", no concelho da Covilhã, "sem uma justificação plausível".

No comunicado, reitera a necessidade da aplicação de medidas de gestão "que permitam articular o turismo, o ordenamento do território e o desenvolvimento local das populações com a manutenção e o restauro dos ecossistemas naturais".

Entre as medidas propostas estão a alteração da política de ordenamento florestal, a gestão sustentada da atividade cinegética e a criação de programas de incentivos e de apoio às práticas agrícolas tradicionais.
"É importante, também, adotar uma estratégia que contrarie o recorrente ciclo de incêndios, com a recuperação da floresta autóctone", aponta.

A Quercus exige ainda o alargamento da área do PNSE com a inclusão do Souto de Famalicão, uma referência "de interesse para a botânica".

O PNSE abrange a totalidade do concelho de Manteigas e parte dos municípios de Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda e Seia.

Fonte: Porto Canal

Encontro de Pesca em Manteigas (Encerramento da época 2014)


Fonte: Facebook - Caça e Pesca de Manteigas

Manifestação contra o encerramento de mais 13 escolas na Guarda

Algumas dezenas de pais, crianças, professores, sindicalistas e autarcas protestaram hoje na praça do município, na Guarda, contra o encerramento de 13 escolas, em cinco concelhos do distrito da Guarda, previsto pelo Ministério da Educação.

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2014-07-14-dezenas-concentram-se-contra-o-fecho-de-13-escolas-no-distrito-da-guarda
 (CLIQUE NA IMAGUEM PARA VER A REPORTAGEM DA SIC)

No ano letivo de 2014/2015 o Ministério da Educação e Ciência pretende fechar cinco escolas no concelho de Guarda (Rapoula, Cubo, Rio Diz, Rochoso e Vila Fernando) e igual número no município de Celorico da Beira (Açores, Cortiçô da Serra, Ratoeira, Fornotelheiro e Estação) e um estabelecimento de ensino nos concelhos de Aguiar da Beira (Penaverde), Manteigas (Sameiro) e Sabugal (Santo Estevão).
No protesto, organizado pelo Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), que teve como mote "Escola fechada - povoação apagada", foi aprovada uma carta aberta, a enviar ao Presidente da República, à Presidente da Assembleia da República, ao primeiro-ministro e ao ministro da Educação onde é pedida a manutenção de todas as escolas. 

"Não são muitas as escolas que o Ministério da Educação pretende encerrar no distrito da Guarda, mas são todas elas muito importantes para as crianças que as frequentam e para as populações e localidades em que se inserem", disse à agência Lusa Sofia Monteiro, dirigente do SPRC.
Segundo a responsável, cada escola no distrito "funciona como um precioso instrumento de combate à desertificação" sendo "fator de incentivo à fixação de jovens casais" e de "renovação das gerações através do aumento da natalidade". 

Margarida Prata, mãe de duas crianças da aldeia de Sameiro, Manteigas, que no próximo ano letivo vão ficar sem escola na terra, está contra a medida do Governo pelo facto de os filhos "terem que ir estudar para Manteigas". 

"A nossa escola tem todas as condições e os meus filhos, ao irem para Manteigas, a seis quilómetros de distância, vão ficar o dia todo fora de casa", alertou. 

O presidente da Junta de Freguesia de Sameiro, Joaquim Biscaia, disse à Lusa que a escola local, apesar de ter poucos alunos matriculados, tem "todas as condições" para continuar a funcionar.
"O número podia beneficiar crianças que vivem em espaços desfavorecidos. Quanto menos são mais hipótese têm de ter uma boa educação", alertou o autarca. 

Algumas crianças presentes no protesto exibiam cartazes com as mensagens: "Sameiro com a escola em função anima a população. Demita-se o ministro da Educação", "Escola sim, desertificação não" e "Vou ter de emigrar". 

No protesto também estiveram elementos da estrutura distrital do Bloco de Esquerda (BE) da Guarda que hoje deu início a uma campanha intitulada "Não fechem o país - sem escolas não há futuro", que consta da colocação de faixas nas escolas primárias a encerrar no distrito. 

A primeira faixa foi colocada na escola do Rio Diz, no concelho da Guarda, onde, segundo o BE, estão "inscritas 21 crianças, limite estabelecido pelo Governo para viabilizar a manutenção" dos estabelecimentos de ensino. 

Fonte: Texto RTP
Imag / Video - SIC

Escola E.B. Sameiro vai encerrar no próximo ano lectivo


O Ministério da Educação e Ciência anunciou que vai fechar 311 escolas do 1.º ciclo do Ensino Básico (da qual se inclui a Escola E.B. Sameiro) e integrá-las em centros escolares ou outros estabelecimentos de ensino, no âmbito do processo de reorganização da rede escolar.

Estao a retirar da nossa população, já tão esquecida, um meio que ainda poderia ser factor de atracção, pelo que o encerramento da escola é um factor que contribuirá, para uma maior desertificação.



Veja no seguinte Link: 
Exposição enviada à 
Exma. Senhora Delegada Regional de Educação do Centro no dia 02 de maio 2014
http://www.cm-manteigas.pt/informacoes/arquivonoticias/Documents/exposicao_sr_delegada_educacao.pdf

Fonte: CMManteigas